quarta-feira, setembro 19, 2007

Em memória da Dra. Ofélia

No dia 14.09 soube do falecimento da Drª. Ofélia e, nesse momento, apoderou-se de mim uma profunda tristeza como se tratasse de alguém que conhecia bem ou que alguma vez tivesse prestado cuidados aos meus filhos enquanto permaneceram na UCERN. Nem uma coisa nem outra. Quando lá estive, fui apenas uma sua observadora atenta. Comungo do sentimento dos que viam nela uma "força viva do exercício da medicina", direi mesmo, dos que viam nela "o rosto da Medicina". Era uma mulher aparentemente "mal-humorada", no que percebi ser o seu modo de se proteger das " fitas " dos adultos para se entregar completamente aos "seus meninos". Os mimos eram sempre para eles... cheguei a ouvi-la falar e, vendo que ninguém estava à beira dela, "dialogava" com o pequenito de quem cuidava no momento. À vista de todos era, sem margem para dúvidas, uma Médica obstinada em agarrar aqueles pequenitos à vida. Dizem-me que alguns lhe devem a vida. Acredito que serão mesmo muitos. À Drª. Ofélia foi dado o dom do exercício da Medicina... ironia do destino, aquela que lhe faltou quando ela mais precisou... Onde quer que esteja, o meu desejo é o de que descanse em paz.

Lurdes Silva



segunda-feira, setembro 17, 2007

8ª Meia/Mini Maratona de Portugal


8ª Meia/Mini Maratona de Portugal e a Unidade de Neonatologia do
Hospital de Santa Maria


16 de Setembro de 2007
Ponte Vasco da Gama


No rescaldo da minha primeira Meia Maratona e ainda com os músculos muito doridos, gostaria de escrever algumas palavras sobre mais este evento desportivo com a participação de um grupo da Unidade de Neonatologia do HSM.

Primeiro: dizer que este ano, as nossas melhores expectativas foram largamente ultrapassadas: se o nosso objectivo eram as 200 inscrições, e já assim teríamos ficado muito contentes, a partir de certa altura percebemos que iríamos ultrapassar este número; por isso, tivemos que mandar fazer mais 50 t-shirts para que todos (250) pudessem “vestir a nossa camisola”!

Segundo: tivemos mais patrocinadores em relação ao ano passado, a quem agradecemos, pois foram eles que “financiaram” esta nossa aventura. Este ano, depois de pagas as t-shirts, conseguimos ainda “amealhar” cerca de 1100 euros, o que não sendo uma fortuna, é um pedacinho que premeia o nosso esforço e que reverterão para os “nossos” meninos (aquisição de algum equipamento). Às empresas BES, Milte, Delta Cafés, Pulmocor e Vygon, o nosso Muito Obrigado!
Uma palavra também de agradecimento, ao Maratona Clube de Portugal que amavelmente, nos fez um desconto nas inscrições.

Terceiro: um agradecimento para três pessoas (três super-mães que tiveram os seus filhos na nossa Unidade) e que deram também o seu contributo à nossa iniciativa: Cristina (no design gráfico); Lígia (pela sua capacidade de mobilização de amigos e conhecidos e pela sua ajuda na logística) e à Lurdes (com um donativo). A elas, o nosso Muito Obrigado!

Quarto: uma palavra para todos aqueles, que numa manhã de domingo (mais apetecia ficar na cama!) tiveram a vontade de se juntar a esta grande equipa (que cresce de ano para ano) e que já extravasa as paredes da Unidade de Neonatologia: eles deram o seu contributo e o seu esforço, caminhando ou correndo e divulgando a nossa mensagem. Desejamos que tenham tido uma manhã muito divertida e “mais ou menos” desportiva (para o ano há mais, e por isso, vamos lá treinar!). Para TODOS eles, o nosso Muito Obrigado!


Parte da nossa grande Equipa

Finalmente, e ainda que tenha havido alguns pequenos “percalços” nestes últimos dias que antecederam a corrida, estou muito feliz porque mais uma vez, tivemos a capacidade de sonhar e de organizar esta nossa participação e de mobilizar pessoas de boa-vontade.

Pessoalmente, foi a concretização de correr uma Meia Maratona, um desejo acalentado e preparado desde há já alguns meses, e a alegria de ter cortado a meta com alguma “frescura”, o que me faz já pensar na próxima corrida. O meu muito obrigado ao António, meu companheiro de corrida e que me ajudou com os seus conselhos e incentivos, a terminar esta corrida!
Aos outros colegas da Meia Maratona e que representaram a Unidade (fomos 10), obrigado pelo vosso esforço e para o ano, lá estaremos (porventura ainda com melhores resultados)!

Graça Roldão

domingo, setembro 16, 2007

Uma grande Saudade por uma grande Mulher, Dra. Ofélia Guerreiro

Quando a Teresa nasceu, pouco tempo depois comecei a ouvir falar de uma Dra., que era um "espectáculo" com os miúdos, mas que todos tremiam ao ouvir falar no seu nome.

Lembro-me de ouvir dizer que o sossego estava a acabar, porque a Dra. Ofélia estava a chegar de férias.

Quando a via pela primeira vez a entrar na Unidade, qual "furacão", a perguntar pelos "seus meninos" tremi.

Cedo comecei a admirá-la, não sou pelo empenho e carinho que tinha pela minha Teresinha, mas por ver que nada detia a sua vontade.

Lembro-me da única vez que teve de me chamar à razão.

Começou por me dizer, como se fosse a coisa mais natural do Mundo para uma mãe, que a minha filha se calhar teria de fazer uma traqueostomia, pôr um botão e eu entrei em pânico.

Teve de me pôr na linha e acalmar.

Lembro-me de a Teresa já não estar na Unidade e ter uma reacção alérgica ao glúten e eu pedir a juda à Dra. Ofélia que correu para o Piso 8, Cirurgia, e pôs toda a gente a mexer. Não que naquele serviço não estivessem a tratar bem da Teresa, mas eu sabia que a Dra. Ofélia resolveria tudo num instante.

Sei também que por vezes tinha de se refrear nos cuidados aos "seus meninos", depois destes sairem da Unidade, porque era uma Pessoa que pela sua persistência e querer não via os seus intentos serem bem interpretados.

Sinto falta de lhe ligar, de dizer como está a Teresa, de lhe pedir um conselho, mas sobretudo da pessoa extraordinária que a Dra. Ofélia era.

A Teresa esteve muito tempo internada na Unidade, até ser transferida para o Serviço de Cirurgia Pediátrica, Piso 8, e a Dra. Ofélia fazia questão de a estimular muito. Dizia-me para lhe arranjar argolas, para que ela começasse a transferir objectos, mas não podiam ser umas argolas quaisquer, tinham de ser umas com determinado espessura, que era para a Teresa poder aprender. Assim que acabava de me falar das argolas lá ia eu ao Colombo à procura das argolas e, de tudo o que a Dra. Ofélia me dissesse que fazia bem à minha menina.

Só assim a Teresa tem a força que tem, a garra, a genica, o espírito.

Se a pudesse ver agora Dra. Ofélia não larga a chucha à noite, para dormir, por nada. Tanto que batalhou para que ela se habituasse à chucha para ter um pequeno consolo que resultou, adora água, leite, tudo aquilo que a Dra. Ofélia insistia para que eu lhe desse, porque era bom para ela.

Adorei conhecê-la e nunca a vou esquecer e farei com a Teresa saiba quem foi a grande médica, que tanto lutou por ela, que percorreu quilómetros nos corredores do Hospital de Santa Maria, porque queria que determinado exame fosse feito por aquele médico/técnico específico, que a agraciava todos os dias de manhã com um sorriso, que nunca ia para casa sem "conversar" com ela, dizer-lhe !Até amanhã".

Até sempre Dra. Ofélia!

sábado, setembro 15, 2007

A Dra. Ofélia e o meu percurso na Neonatologia…

Ainda trabalhava na Pediatria 6 do Hospital de Santa Maria e já ouvia falar na Dra. Ofélia Guerreiro! Parecia ser uma figura quase incontornável da Pediatria, neste caso da Neonatologia. Contudo, durante estes anos, a nossa ligação ficou por aqui: somente uma figura de que falavam com um misto de respeito e por vezes, de quase “temor”!

Depois destes tempos e ultrapassados aqueles “temores” iniciais, fui conhecendo devagarinho esta Pessoa fascinante que aprendi a respeitar e a admirar, pelo seu espírito pioneiro (não esqueçamos, o muito que fez pela Neonatologia no Hospital de Santa Maria), pela sua capacidade de trabalho, pela sua persistência (quase teimosia, às vezes! mas ainda bem que assim era!) na resolução dos problemas dos “seus meninos” (tocava-me profundamente a sua faceta protectora, de ajuda aos mais desprotegidos, aos mais necessitados…), pelo seu humor subtil, pela sua inteligência e também, pelos nossos “pequenos” conflitos alguns deles, motivados pelo imperativo de tudo fazer pelos “seus meninos”, cuja prioridade era o “já agora”!

Recordo a sua entrada de manhã na Unidade, que às vezes mais parecia um “furacão”, olhando para um e outro lado, indagando pelos “seus meninos” e desde logo, pondo em agitação a Unidade. Acabava-se o “descanso”! Mas era também quem estava a nosso lado, nas nossas inquietudes, nas nossas dúvidas, e sobretudo, sempre disponível e incansável para atender a “tudo e a todos”!

Estes últimos anos, pela maior proximidade e também pela amizade que fomos construindo, tornaram a Dra. Ofélia uma Pessoa que marcou indelevelmente o meu percurso profissional e a minha história de vida! Mais do que tudo, sinto-me privilegiada por ter trabalhado a seu lado e porventura, por ter conquistado um pedacinho do seu imenso coração!

Graça Roldão

quarta-feira, setembro 12, 2007

Madalena e Afonso

Olá, a todos as tias aqui estamos nós os gémeos Pires, grandes e com saúde, a agradecer a todas o carinho e amor que nos deram durante a nossa estadia, nesse cantinho muito cheio de emoções diversas para os nossos pais...

Beijos para todas, mas um muito grande envia a Madalena para a Enf. Neusa pelo carinho e amor dado a esta princesa...

Madalena e Afonso

Gémeos Azevedo – Martim e Lourenço

Olá a todos

Somos os pais dos gémeos Azevedo – Martim e Lourenço – e aqui vos enviamos algumas fotos dos nossos filhotes para verem como eles estão a crescer bem, muito bem mesmo, graças a Deus e aos cuidados que vocês tiveram com eles. Comem muito bem, especialmente o Lourenço que até chora entre duas colheres de papa, e agora (com 5 meses) o Martim tem aproximadamente 7.300 kg e o Lourenço 6.900 kg.

São muito bonzinhos, dormem muito bem de noite mas de dia gostam mesmo é de estar acordados e rodeados de atenções. Já fazem muitas gracinhas e o Martim adora estar de pé.

Brevemente enviaremos algumas fotos para publicarem, se quiserem, e uma mensagem que andamos a escrever no pouco tempo livre que eles nos dão. :)

Dos pais babados um obrigado do tamanho do mundo

Teresa e Zé Carlos Azevedo Pereira

Carolina e Dinis

Só queriamos enviar uma foto para verem como estamos grandes e bem graças a vocês todos.

Um grande bem haja e muitos beijinhos do fundo do coração.

Carolina e Dinis


quarta-feira, setembro 05, 2007

Há 9 anos atrás

Olá, sou mãe de uma prematurinha que nasceu em gaia com 23s5d.

Há 9 anos atrás nada disto existia, pelo menos eu não conhecia, e digo do fundo do coração que precisei muito de ajuda, pois a esperança de vida da minha Ritinha era nula, queria chorar e desabafar com alguém que me compreendesse e não conseguia encontrar, mas agora finalmente posso me libertar de alguns fantasmas, pois só falando no meu problema é que ele se tornou menos importante.

BJs para vc, encontramo-nos na corrida dia 16

Ilidia

sábado, setembro 01, 2007

Obrigada Dra. Ofélia

A si, minha querida Dra. Ofélia, devo a minha VIDA.

Obrigada,

Teresinha Borges










(Tirada em Setembro de 2005)

terça-feira, agosto 28, 2007

Olá, aqui estou eu na praia!

Olá tias,
Olhem para mim aqui na praia.
Estou a adorar as minhas férias.
Gosto muito de andar na água, sempre de braçadeiras e ao colinho dos meus papás e, de brincar na areia com o meu mano.
Este Sábado faço 3 aninhos e queria agradecer-vos tudo o que fizeram por mim, porque sem os vossos cuidados, carinho e Amor eu hoje não estava cá.
Já não uso fraldinha, peço para fazer chi-chi no bacio!
Este ano já vou para a escolinha, já sou uma menina grande!
Dia 27 de Agosto vou ai fazer-vos uma visita.
Beijinhos para todas vós,
Teresinha Borges (18 de Agosto de 2004)

Corrida das Fogueiras 2007

Corrida das Fogueiras e Fogueirinhas

30 de Junho de 2007-08-20

Peniche

O fim-de-semana em Peniche, a pretexto da Corrida das Fogueiras e das Fogueirinhas, prometia... convívio, desporto, umas banhocas de mar e principalmente, o tão desejado descanso.

A partida foi logo pela manhã para não haver atrasos! À chegada a Peniche, a prioridade foi a identificação do percurso. Nada de especial: uma ligeira subida até ao Cabo Carvoeiro, mas tudo se faz (percurso de 15 Km)!!! Vamos lá ver... À tarde, uma agradável passagem pelo Baleal e um reconfortante banho de mar: a preparação para a corrida estava feita!

Cerca das 20h, os atletas equipados a rigor, reúnem-se em alegre convívio, comendo umas bifanas para enfrentarem com mais energia, as “duras” provas.

A noite estava magnífica, sem vento e com uma temperatura fantástica!

Às 21,30 horas deu-se a partida: primeiro para os verdadeiros atletas - Corrida das Fogueiras com os seus 15Kms - e em seguida para os "aspirantes" - Fogueirinhas com uns modestos 6 Kms. Ao longo do percurso, tal como refere o nome da corrida, havia várias fogueiras que proporcionaram um ambiente muito colorido a esta Corrida. Foi um circuito muito engraçado e diferente. Chegamos (os atletas das Fogueirinhas) à meta, fazendo cerca de 1h; podia ser pior!!! Os atletas dos 15 Kms, sobretudo a estreante nesta prova, teve pernas para terminar e não foi sequer a última! Claro que havia atletas mais habituados a estes desafios e mais bem preparados que fizeram óptimos tempos de prova.

Depois, ainda tentamos ir à sardinhada, oferecida pela organização mas a confusão era muita, e as sardinhas não quiseram nada connosco! Fica para a próxima… E assim terminamos esta belíssima noite, iluminada pelas Fogueiras de Peniche e animada pelas muitas pessoas que ao longo do percurso, incentivaram os atletas.

No domingo, o grupo de ficou em Peniche (já não tivemos pernas para chegar a casa…), fez logo bem cedinho (ou nem por isso) umas piscinas para recuperar a forma e após, uma bela sardinhada no Baleal ou não fossem as sardinhas de Peniche as melhores do País, regressamos a casa. Assim se passou um agradável fim-de-semana de convívio, que recomendo.

Venham à próxima corrida!!!

Elisabete Patrício

sexta-feira, junho 29, 2007

8ª Meia Maratona de Portugal

Dia 16 de Setembro às 10.30 horas
Ponte Vasco da Gama

RTP Meia Maratona de Portugal
EDP Mini Maratona
e a Unidade de Neonatologia do
Hospital de Santa Maria






Em Setembro de 2006, a Unidade de Neonatologia do Hospital de Santa Maria, participou com um grupo de 166 pessoas (profissionais de saúde, pais e algumas das crianças que passaram pela Unidade, familiares e amigos) na Meia/Mini-Maratona de Portugal, com o objectivo de divulgar e sensibilizar para os problemas do recém-nascido doente e prematuros; promover o convívio e o espírito desportivo entre os participantes e, angariar alguns fundos para aquisição de equipamento para a Unidade.

Este ano, desejamos manter esta iniciativa e por isso, estamos já a trabalhar nesse sentido. As inscrições, por amabilidade do Maratona Clube de Portugal, têm um desconto de 50% para os participantes do grupo, e por isso, a inscrição é de 5,50 euros. Temos já alguns patrocínios garantidos e à semelhança do ano passado, temos ainda uma T-Shirt da Unidade para oferecer a cada participante (para além da T-Shirt da Prova).


Se quiser juntar-se a nós neste evento, faça a sua pré-inscrição (para Mini- 8
Km ou Meia-Maratona- 21 Km) através dos e-mail:

carlanog@netvisao.pt (Carla Nogueira)
groldao@sapo.pt (Graça Roldão)
joanasaldanha@sapo.pt (Joana Saldanha)

A vontade de participar em eventos desportivos

O convívio no desporto é como um bom vício e ainda por cima, contagioso!

A vontade de participarmos em eventos desportivos tem-se espalhado, dentro e fora da Unidade de Neonatologia, e tem-nos proporcionado momentos muito bons, quer do ponto de vista físico quer para a saúde dos neurónios.





CORRIDA DA MULHER

3 de Junho de 2007







No início de Junho, fomos à Corrida da Mulher com um grupo de mais de vinte atletas, só mulheres como mandava a organização, mas muito empenhadas em transformar aquela manhã numa festa e apoiar a luta contra o cancro da mama.
Além do pessoal da Neonatologia, cada vez mais interessado em arrastar as colegas ainda renitentes, tivemos desportistas de outros serviços, amigas e mães de bebés que cresceram connosco.
Houve quem só andasse, quem corresse (e já ninguém consegue ultrapassar a Enf. Graça), mas todas chegaram ao fim com vontade de mais. Fomos para casa felizes e com as lindas flores que nos ofereceram à chegada.



LISBOA BIKE TOUR
24 de Junho de 2007






Participamos também no Lisboa Bike Tour, a defender a camisola da Unidade num percurso de 14 Km a pedalar sobre a ponte Vasco da Gama até à Estação do Oriente. O grupo foi pequeno porque as inscrições esgotaram em poucos dias.
Estava uma manhã de Domingo muito agradável e felizmente sem sol. As subidas foram só duas, e quem no fim ainda se conseguia sentar pôde ir para casa a pedalar numa fantástica bicicleta “cheia” de mudanças!
Foi assim, como uma espécie de reconhecimento do terreno para a próxima Meia/Minimaratona de 16 de Setembro onde contamos repetir os feitos do ano passado, cada vez com mais gente a apoiar e a puxar pela Neonatologia do Hospital de Santa Maria!

Como se pode ver, convívio puxa convívio e temos diversificado as nossas actividades.




CAMINHADA “FORTES

DAS LINHAS DE
TORRES”
5 de Maio de 2007





Desta vez, o convívio desportivo levou-nos mais longe e ao contacto com a natureza. Fomos num passeio, organizados pela Câmara Municipal de Mafra, ver um forte das Linhas de Torres e andámos uns bons 15 Km à conversa e em contacto com aquela linda região saloia.

Uma coisa é certa: faz bem ao corpo mas ainda melhor, à mente, e todos podem participar à medida dos seus gostos e possibilidades.
Fica aqui o desafio!

Joana Saldanha

17ª Meia Maratona de Lisboa


Parece que temos andado um pouco “longe” das aventuras desportivas, mas não!

Não temos é dado notícias através do blog, mas aqui estamos para falar um pouco das nossas actividades lúdicas e desportivas, que para alguns têm sido levadas muito a sério!

Desta vez, damos notícias da nossa participação na corrida da Ponte 25 de Abril que decorreu no dia 18 de Março.
Participamos com um grupo de 70 pessoas, integrados no Grupo da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, com o patrocínio do laboratório AMGEN Biofarmacêutica e cujo objectivo é o de oferecer um presente de Natal a todas as crianças e jovens portugueses (até aos 16 anos) com insuficiência renal crónica avançada, em diálise ou transplantadas.

Este ano, ainda não tivemos corajosos a participar na Meia Maratona, mas treinam-se em “segredo” as próximas revelações desta prova. Esperemos para ver…

Encontramo-nos junto ao Planetário em Belém bem cedinho, como é habitual nestes eventos…




Os mais madrugadores,

sempre com um ar feliz e muito

espírito desportivo!







Lá fomos entrando para os autocarros, que nos levaram até à Estação de Entrecampos. Aqui era um “mar de gente” tentando encontrar um “buraquinho” no comboio!
Muitos apertados, fizemos a curta viagem até ao Pragal. Conseguimos chegar mas, em condições físicas, impróprias para desportistas, mas enfim, não vale a pena arranjar desculpas para “performances” menos boas e afinal, aquilo que nós queríamos era participar e divertirmo-nos!

Chegar ao Tabuleiro da Ponte, foi outra aventura, pois aquele “mar de gente” imenso deslocava-se lentamente, apertadamente até à Partida.


Finalmente no Tabuleiro da Ponte: claro que ainda era bem cedo e aproveitamos para conviver e depois para fazer o aquecimento para a grande caminhada (grande?).


E às 10,30 h lá fomos nós!
Claro que houve logo uma “malta” com as pernas mais treinadas que abalou por aí fora, tentando correr por entre aqueles milhares de pessoas, como se de “grandes desportistas” se tratassem!
O grupo maior, foi-se “desmantelando” em pequenos grupos, de acordo com os ritmos de uns e de outros, mas sempre com aquele espírito muito desportivo, e aproveitando também para “pôr conversas em dia”, sem stresses e com o tempo passando ao sabor de um dia diferente e de uma paisagem lindíssima!



Nós ainda lá em cima, na
Ponte, olhando para baixo e
pensando “O que ainda falta
para lá chegar!” “Acho que não
me meto noutra!”
Aliás, houve uns “pezinhos”
que chegaram ao final, muito
maltratados!






Pouco a pouco, fomos chegando à META
(finalmente!). Mas é justo dizer que andamos
muito, muito mais, pois na Partida,
estávamos a quilómetros da linha da frente!


Muito bem dispostos, (apesar dos músculos, dos pés doridos – no dia seguinte, foi pior!) e depois de recebida a medalha de participação (orgulhosamente colocada no peito de alguns), hidratados, refrescados (que belos gelados!), fomos almoçar ao Centro Cultural de Belém, numa amabilidade da Sociedade Portuguesa de Nefrologia.

Depois de um dia muito agradável, com a oportunidade de contemplar a bonita cidade de Lisboa,
de um “miradouro” excepcional, cada um de nós seguiu o seu caminho, cansado mas feliz!

Claro que já havia nesta altura, na cabeça de alguns, projectos para as próximas corridas. Mas
destas, falaremos depois.

Até à próxima.

Graça Roldão

domingo, outubro 29, 2006

Uma Questão de Amor...

Sou a mãe da Filipa, do Martim e do Miguel.
Nasceram no dia 07 de Junho de 2004. Sou, por isso, uma mulher privilegiada e muito feliz. Durante a gravidez, com excepção da minha mãe e de uma conhecida de Setúbal, quando dizia estar à espera de três bebés, invariavelmente, ouvia "coitada". Nunca compreendi a razão de ser deste comentário. Afinal, em geral, tratavam-se de mães, algumas até com mais do que um filho. Depois do seu nascimento, este comentário foi substituído pelo "é uma felicidade mas deve dar muito trabalho". O tempo encarregou-se de tirar a razão a estes comentários.
A Filipa, o Martim e o Miguel nasceram com 30 semanas, com pouco mais de 1 kg cada um e permaneceram na Unidade de Cuidados Especiais do Hospital de Santa Maria durante 40 dias. Aí aprendi, com a preciosa ajuda de todos quantos ali trabalham, a cuidar deles. Já em casa, ficaram exclusivamente a meu cargo, do pai e da pediatra.
Hoje, decorridos mais de 2 anos sobre o seu nascimento, continuo sem compreender a razão de ser do "coitada" e do "dão muito trabalho". Há milhares de mulheres que tentam durante anos ter filhos e não o conseguem. Tê-los é um privilégio que não se iguala a outro na vida de qualquer ser humano.
Quando soube que ia ter 3 filhos de uma única vez (e mais fossem) apoderou-se de mim uma felicidade que alterou para sempre o modo como perspectivo a vida. O omnipresente "eu" deu lugar ao "nós" sem que sentisse a minha liberdade individual ameaçada. Não deixei de trabalhar, de ir de férias, a casa de amigos e familiares, etc.
Quanto ao suposto "muito trabalho", na acepção dos que acham que assim é, julgo que falam das muitas noites sem dormir mais do que 30 minutos seguidos, das idas à urgência do Pediátrico do Santa Maria e de Coimbra (alguns acabaram em internamentos), dos banhos, das refeições, do cuidado das roupas, etc., etc. Com o respeito que me merece quem pensa assim (e convenhamos, é a maioria) todos os cuidados que tenho prestado aos meus filhos, em especial nos momentos mais difíceis, concretizam o amor que sinto por eles. Convenhamos, no que é que se concretiza o amor pelos nossos filhos? Tenho-me confrontado com a contradição dos pais que afirmam o seu amor incondicional pelos filhos e, logo a seguir, se queixam das noites perdidas, das fraldas sujas, das birras quando são maiores, isto já para não falar da limitação que sentem à sua liberdade de movimentos, etc., etc.
Cuidar dos meus filhos nunca foi (nem será) um dever ou uma maçada. Pelo contrário. Observá-los a cada momento, colocar-me no pensar e sentir deles e agir de modo a que a nossa comunicação se estabeleça, é algo de muito estimulante e vai durar a vida toda. Tive sempre para mim que se trata de uma atitude mental. Faz toda a diferença. Nunca cheguei a casa e pensei "tenho 3 banhos para dar", "3 crianças a chorar e a fazer birras", etc., sempre os tratei na sua individualidade. Acho que não há mães de gémeos, trigémeos e mais... há mães, pais... ponto final... de 1, 2, 3... 7 ou 10. Por exemplo, quanto mais cansada chego a casa maior disponibilidade mental tenho para os meus filhos. Impossível? De todo. A Filipa, o Martim e o Miguel atropelam-se para me vir abraçar quando lhes apareço no infantário e os seus olhinhos nos meus têm um efeito mágico. Deixo de sentir o cansaço físico. Dedico-me a dar-lhes banho, a fazer e dar-lhes o jantar e finalmente, antes de dormir, a brincar com eles. Nesses dias, em especial, dão-me mais eles a mim do que eu a eles... a sua existência substitui qualquer forma de terapia para o stress ou ansiedade. Modestamente, fui sempre uma mãe tranquila que, a cada momento, tentou fazer o seu melhor. Acho que, regra geral, todas as mães o tentam. Fazem-no muitas vezes é de forma ansiosa quando, se fizessem um esforço para se lembrarem de como pensavam e sentiam quando eram crianças, entenderiam que não há fase da vida entre pais e filhos mais intensa do que aquela que se sucede ao nascimento e durante os primeiros anos de vida.
É um facto que, no modo tranquilo como me tenho relacionado com os meus filhos, tem sido fundamental a ajuda do papá, presença de todas as horas e da Drª Joana, a pediatra, cuja disponibilidade e calma transmitidas a cada telefonema ou visita ao consultório justificam a minha gratidão para sempre. Para mim, decorridos mais de 2 anos sobre o nascimento da Filipa, do Martim e do Miguel, não há confusão possível. Trabalho tenho no exercício da minha profissão e na lida de casa... os meus filhos nunca me deram trabalho.
Uma última nota para dizer que tenho como verdadeiros heróis na minha vida os pais de filhos deficientes (às vezes muito profundos) ou com doenças malignas. Os meus filhos e as crianças em geral crescem, ganham asas e voam... esses outros seres, cujo sofrimento devia ser proibido, suportam o sofrimento físico e psicológico que, a existir, devia estar reservado para nós, os pais. Mesmo nas situações mais difíceis por que passaram os meus filhos nunca deixei de pensar nos muitos pais, cujos dias são preenchidos a acompanhar o sofrimento dos filhos, perdidos em hospitais e salas de espera e tratamento... pior que tudo, às vezes sem esperança. O que são, pois, noites sem dormir, banhos, birras, etc. senão um privilégio dos pais, que como eu, têm filhos saudáveis.
Lurdes Silva.

quinta-feira, outubro 05, 2006

1ª Corrida Sempre Mulher

Continuando na saga desportiva, uma semana depois da Mini-Maratona Vasco da Gama, e já recuperadas dos longos 8 Km a que sujeitamos as nossas pernas, um grupo da Neonatologia (pequeno em número mas grande em vontade) participou na Corrida Sempre Mulher, e colaborou na angariação de fundos para a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, mostrando assim a sua solidariedade e boa forma física.

O Parque das Nações foi o local escolhido para esta actividade desportiva, sem carácter competitivo. O percurso variou entre 1 e os 4 kms e podia ser feito a correr ou a andar. Partida e chegada situaram-se junto ao Pavilhão de Portugal.

Antes do início da prova, houve um prévio aquecimento (e que aquecimento!), com aula colectiva de aeróbica. Esta aula foi puro divertimento e risota permanente: precisamos de treinar um pouco mais as coreografias, mas portámo-nos mesmo assim, muito bem! De seguida, foi começar a correr, ou a caminhar de modo a concluir as 3 voltas do circuito.

Algumas “baldaram-se” mais cedo para casa, com a “desculpa” de ir trabalhar. Estão perdoadas! No final da prova, houve uma aula de Tai-Chi para relaxar mas nós, aproveitamos mais para conviver.

Foi uma bela forma de começar o dia!

De salientar, o apreço pela presença da Leonilde e da Fátima Miguel, que mostraram a excelente forma física e a sua permanente juventude.

Estamos todos de parabéns: os que participaram activamente em mais esta corrida e os que ficaram a trabalhar na UCERN.

Cidália

quarta-feira, outubro 04, 2006

Ser enfermeiro numa Unidade de Neonatologia

Estava a ler os comentários do blog e lembrei-me que tinha escrito em tempos, um pequeno artigo sobre o papel dos enfermeiros nas Unidades de Neonatologia. Quero partilhá-lo convosco mas desejo também que partilhem connosco, as vossas vivências nestas Unidades. É um desafio que lanço, como preparação para a próxima Mini-Maratona (ou Meia Maratona!).

São pequenos, por vezes, muito pequenos: são os bebés prematuros. Nasceram “antes de tempo” (alguns às 23-24 semanas) e por isso, um longo caminho têm que percorrer, desde que entram na Unidade de Neonatologia até ao dia da sua alta.
Caminho longo, cheio de “atalhos” e de incertezas, que fazem deste percurso, um percurso sempre cheio de surpresas, nem sempre desejadas, nem sempre com um final feliz!
Frágeis e indefesos, dependentes da tecnologia que lhes permite sobreviver, mesmo assim, necessitam de todo o calor humano que cada gesto transmite. E cuidar deles, mais do que uma função, é antes de tudo um desafio às capacidades humanas que cada profissional coloca no seu cuidado e ao trabalho de uma vasta equipa.
Os enfermeiros, que o acolhem na Unidade após o nascimento, tudo prepararam para o receber: a incubadora “quentinha”, os monitores para vigiarem as suas funções vitais, o ventilador e tanto mais…
Ele (o bebé) chega e o centro da nossa atenção e cuidado é aquele bebé, sempre diferente de qualquer outro, de muitos outros que por ali passaram, único nos sonhos e fantasias dos seus Pais! Os primeiros momentos são de grande tensão, pois nunca estamos completamente preparados para as situações e sabemos quão importantes são estes primeiros momentos, estes primeiros gestos!
Muitas vezes, são os pais os primeiros que têm contacto com o bebé, e chegam à Unidade, expectantes, angustiados e sedentos de informação sobre a situação do seu filho.
Habitualmente, um enfermeiro tem o primeiro contacto com o pai: explica-lhe sumariamente a situação do bebé, preparando-o também para o ambiente que o rodeia (os tubos, os fios, que ligam o bebé, os aparelhos que o rodeiam). Depois, acompanha-o até ao bebé. Apoia-o no primeiro “embate”. Dá-lhe tempo… ouve as suas dúvidas, os seus temores… responde com prudência (entre a realidade de uma situação grave e a esperança de que vai melhorar) e de uma forma calorosa. Se o pai desejar, leva uma fotografia do seu bebé
para que a mãe o possa ver, ainda antes de vir à Unidade.
Cada dia é um dia, e assim vão acontecendo muitos dias! Ali estamos diariamente, cuidando daquele bebé, tão frágil, sensibilizados para as suas necessidades e para os seus problemas. Todos, procuramos ainda minimizar o impacto do ambiente e dos cuidados que proporcionamos ao bebé: ainda que saibamos que os cuidados intensivos são fundamentais à sua sobrevivência, sabemos também que os custos para o seu desenvolvimento, são por vezes, elevados (o ruído, a luminosidade, a manipulação, os procedimentos dolorosos…). Tão importante como ajudar o bebé a sobreviver, é fundamental que o ajudemos a sobreviver sem sequelas ou
com sequelas mínimas. As expectativas dos Pais são essas!
Também a relação dos Pais com o seu bebé, é desde o primeiro momento incentivada, de acordo com os desejos dos Pais, pois importa compreender que para estes, esta é uma etapa das suas vidas, vivida muitas vezes, com sentimentos de culpa, de sonhos “falhados”, de impotência, de frustração, de medos e dificuldades… Nem sempre, é fácil aos Pais num primeiro momento, olhar para o seu bebé, tocá-lo e senti-lo como seu!
Estar disponível, saber ouvir, compreender os seus medos e dificuldades, a agressividade por vezes latente nas suas palavras e comportamentos, é também parte do desafio de cuidar destes pequenos bebés, pois estes não existem sem os seus Pais, nem cuidamos deles, sem cuidar também dos seus Pais, apoiando-os nos momentos difíceis e partilhando com eles as vitórias do dia-a-dia.
Ajudar os Pais a cuidar do seu bebé, procurando autonomizá-los e preparando-os para o levarem para casa, é um dos aspectos fundamentais que os enfermeiros e toda a Equipa privilegiam, atendendo a uma filosofia de cuidados centrada na família.
Para os Pais, confortar o seu bebé, pô-lo ao colo, mudar a sua fralda, dar-lhe o primeiro banho ou o biberão, são decerto grandes “etapas” para quem vive no dia-a-dia a incerteza do dia seguinte.
Depois quando vão para casa, outra etapa se abre, fundamental na consolidação de uma família que se autonomiza, mesmo que os “laços” perdurem ainda por alguns anos: os telefonemas para resolver algum problema ou dúvida, as consultas de Neonatologia, as visitas à Unidade, as fotografias que nos deixam e que ilustram as Histórias de cada um e o privilégio que tivemos em partilhá-las!

Graça Roldão / Abril de 2006

sexta-feira, setembro 29, 2006



Nascer, viver e crescer
Nós por eles



Guilherme, 21 dias, 1000gr



Estávamos numa cinzenta manhã de domingo, com o sol escondido atrás de algumas ameaçadoras nuvens!

Pouco a pouco, vão surgindo de todos os lados, frente à Gare do Oriente, os corajosos que aceitaram o desafio de participar na Meia-Mini Maratona da Ponte Vasco da Gama.

A ideia foi germinando a partir daquela nossa participação, ainda muito tímida, na Mini-Maratona da Ponta 25 de Abril em Março passado e a partir daí, ao longo de alguns meses, foi tomando forma: a t-shirt que idealizamos, a fotografia que escolhemos (do Guilherme), a frase que fez sentido e finalmente, alguns patrocínios que angariamos e que nos permitiram avançar, financeiramente falando.


Inicialmente tínhamos a ideia de juntar uma Equipa de 100 “atletas” mas depressa percebemos que este número ia ser ultrapassado: foram 166 as pessoas que inscrevemos na Equipa da Unidade de Neonatologia (4 dos quais para a Meia Maratona)!


Esta grande equipa, contou com a participação de profissionais de saúde da Unidade e da Instituição, de pais de bebés que passaram pela Neonatologia, de familiares e amigos, e também de dois dos nossos “bebés”, a Mafalda e o Guilherme (hoje com 3 anos) que com muita “garra” chegaram à Meta, ajudados pela cadeirinha e pelo colo dos pais!



Depois de transportados para meio da Ponte Vasco da Gama, aguentamos estoicamente cerca de uma hora e meia, até ao sinal de partida: aproveitamos para pôr as conversas em dia, apreciamos o ambiente e alguns “cromos” que sempre aparecem nestes eventos e divertimo-nos muito, enquanto íamos aquecendo os músculos para os 8 Km (ou 21 Km) que aí estavam à nossa frente!

Às 10.30 horas, uns mais à frente e outros mais lá para trás, pois éramos mesmo muitos, lá começamos esta nossa caminhada/corrida rumo à Meta, junto ao Pavilhão de Portugal no Parque das Nações.

Pernas há muitas e para todos os ritmos: para uns foi mesmo a correr, (aliás, há alguns atletas com muito potencial para futuras maratonas!), outros deram um ar da sua graça, correndo de vez em quando (para “esticar” os músculos emperrados) e finalmente, muitos apreciaram este longo passeio, em passo descansado e sem grandes ambições competitivas!



O tempo, esse ajudou, apesar de uns pingos de chuva, que até nos refrescaram! Percalços houveram alguns mas de consequências menores: sobretudo quedas.

À Meta, fomos chegando em pequenos grupos, mais ou menos “descansados” mas decerto, muito felizes por esta grande proeza, que para alguns foi uma verdadeira prova de resistência e de vontade, e para todos, uma oportunidade de conviver por uma causa que a todos nos uniu: Nascer, Viver e Crescer. Nós por Eles!

No dia seguinte, e apesar de alguns músculos doridos, estávamos já a pensar no próximo evento desportivo, e a marcar encontro para o ainda distante 18 de Março, na Ponte 25 de Abril!

Até lá, bons treinos e o nosso muito obrigado a todos aqueles que fizeram parte desta grande Equipa: aos participantes e aos patrocinadores (Angelini Farmacêutica e a Partner Solutions) que tornaram possível esta iniciativa.

Unidade de Neonatologia, 25 de Setembro de 2006.